

O glioblastoma é um glioma de alto grau e um dos tumores cerebrais primários malignos mais conhecidos. Costuma ter crescimento rápido, comportamento infiltrativo e tendência à recidiva.
Pode causar dor de cabeça persistente, crises convulsivas, perda de força, dificuldade de fala, alterações cognitivas ou mudanças de comportamento, dependendo da região acometida.
O tratamento geralmente envolve uma combinação de cirurgia, radioterapia, quimioterapia e acompanhamento neuro-oncológico. A cirurgia, quando possível, busca reduzir o volume tumoral e obter diagnóstico histológico e molecular.
A localização é decisiva. Quando o tumor está próximo a áreas funcionais, técnicas como neuronavegação, monitorização e mapeamento cerebral podem ser importantes para aumentar a segurança.
Quando há sintomas neurológicos, piora progressiva ou dúvida sobre um achado nos exames, a avaliação especializada ajuda a definir o melhor caminho com segurança.