

O astrocitoma é um tumor originado dos astrócitos, células gliais importantes para o suporte e funcionamento dos neurônios.
Ele pode apresentar diferentes graus de agressividade. Alguns astrocitomas têm evolução mais lenta; outros são mais infiltrativos e exigem tratamento mais intenso.
O diagnóstico envolve ressonância magnética, avaliação neurocirúrgica e, em muitos casos, biópsia ou cirurgia com estudo anatomopatológico e molecular.
A localização do astrocitoma influencia muito a conduta. O objetivo do tratamento é equilibrar controle da doença, segurança cirúrgica e preservação da função neurológica.
Quando há sintomas neurológicos, piora progressiva ou dúvida sobre um achado nos exames, a avaliação especializada ajuda a definir o melhor caminho com segurança.